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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

PM dá dicas de como dificultar os furtos de veículos

Não encontrar o carro ao chegar no local onde havia deixado o veículo estacionado tem se tornado cada vez mais comum em cidades de todo o Brasil.

Em Apucarana não é diferente. Na mesma medida em que avançam os sistemas de segurança automotivos, as quadrilhas especializadas em furtos e roubos de carros se aperfeiçoam também.

A equipe de reportagem do TN online fez uma simulação (veja o video) para mostrar como que em poucos segundos ladrões são capazes de retirar o automóvel do local e levá-lo para um lugar escondido.


Para dificultar a ação dos bandidos, o tenente da 1ª Companhia da Polícia Militar de Apucarana, Vilson Laurentino da Silva, explica que existem maneiras para dificultar os furtos e roubos de veículos..

Dicas de segrança

1- Não deixe o carro estacionado por muito tempo em lugares ermos.

2- Travas, alarmes e sistemas de bloqueamento de ignição devem ser instalados para dificultar o trabalho dos ladrões.

3- Não deixar objetos no interior do carro. Eles podem chamar a atenção.

4- Ao sair, certifique-se de que trancou devidamente o automóvel.

5- Se você tem uma motocicleta, mantenha sempre uma das rodas trancadas com corrente (de preferência, a traseira).

Fonte: TNNews

domingo, 9 de janeiro de 2011

O exemplo de Segurança da Prefeitura de Eusébio-CE






Guarda municipal do Eusébio tem feito um trabalho preventivo nas escolas do Município, evitando que os alunos se envolvam em delitos ou ´caiam´ no mundo das drogas
FOTO: L.C. MOREIRA



Um fato positivo, hoje com o avanço da criminalidade, o seu combate não só é dever da Polícia e sim também de outros setores do governo e sociedade, como prefeituras através de suas secretarias.

Em meio ao avanço da criminalidade no Ceará, há experiências como a do Eusébio, que obtêm êxito contra as drogas

No cenário da criminalidade que avança no Ceará, há, porém, experiências positivas de combate à violência, especialmente aquela produzida contra a infância e a adolescência pelo tráfico de drogas. Um exemplo disso foi a instalação de uma Secretaria de Segurança Pública no Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza, o que levou o Município a reduzir os índices de crimes e afastou os jovens do consumo de drogas.

Além do seu efetivo atual, pelo menos mais 60 guardas municipais deverão ser contratados, este ano, pela Prefeitura do Eusébio para reforçar a segurança na área das escolas públicas, no combate e prevenção ao tráfico de drogas e na segurança de comunidades mais distantes da sede municipal, com a instalação de postos de patrulhamento diuturno.

Parcerias

"Sem somar esforços, não se vai conseguir nada. Não se chegará à lugar nenhum. Segurança Pública não se faz somente com a Polícia". A declaração é do delegado de Polícia Civil, Lauro Leite, secretário da Segurança Pública do Eusébio.

Ele ressalta o trabalho que a sua Pasta e a Guarda Municipal têm desempenhado em parceria com outros órgãos do setor, como as polícias Civil e Militar, Ministério Público, Conselho Tutelar e a própria Justiça.

"Este ano, deveremos aumentar o número de viaturas e motos, bem como, aumentar o efetivo de guardas municipais nos postos da Guarda nos distritos de Jabuti, Pedras e Mangabeira", assinala Leite, ressaltando a disposição do prefeito daquele Município, Acilon Gonçalves, de levar paz e segurança para toda a população.

Os 60 novos guardas municipais, segundo Lauro Leite, já estão sendo submetidos à etapa final do curso preparatório.

"O nosso objetivo é montar um cinturão de segurança no Município, na prevenção e combate às drogas ilícitas e na preservação do patrimônio", destaca o secretário.

Com a chegada de mais efetivos para a Guarda Municipal, a intenção da Secretaria da Segurança é a implantação de um Pelotão Feminino, que vai incrementar a fiscalização nas escolas daquele Município.

"O trabalho da Ronda Escolar tem surtido um grande efeito na redução do consumo de drogas e estamos evitando as armas chegarem às escolas. Recebemos denúncias da população e agimos antes que o aluno chegue na sala de aula portando arma. O primeiro passo é a prevenção e a abordagem ao aluno e à sua família. Depois, se for necessário, o caso é, então, levado à delegacia de Polícia", diz Lauro. Neste aspecto, ele ressalta o trabalho integrado com a Delegacia Metropolitana de Polícia Civil do Eusébio, que tem à frente a delegada Ana Lúcia Almeida; e a Companhia Provisória da PM, comandada pelo major PM Frederico.

Informações

A Secretaria da Segurança Pública do Eusébio também atua no levantamento de informações com o objetivo de auxiliar as polícias Civil e Militar a localizar foragidos da Justiça.

Integrantes de uma quadrilha que vinha praticando assaltos naquele Município estão sendo caçados. O grupo é considerado de alta periculosidade.

FERNANDO RIBEIRO
EDITOR DE POLÍCIA

Fonte: Diario do Nordeste

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Federalismo não tira papel da União em segurança

Por Gilmar Mendes
Artigo publicado originalmente no jornal O Estado de S.Paulo, nesta quinta-feira (23/12).
Além de espelhar o alívio, a aprovação e a esperança dos cariocas em tempos de menos tensão e mais prosperidade, o sonoro aplauso dos brasileiros à operação de retomada de territórios há décadas dominados por traficantes no Rio de Janeiro sinaliza um novo patamar de exigência da população no tocante ao problema da segurança. Muito ao reverso de tudo isso, a perplexidade maior ficou por conta da facilidade com que tudo se deu, deixando no ar indagação meio óbvia: se foi tão fácil, por que não se fez antes?
Bem, talvez faltasse a confluência de fatores que se viu agora: a vontade política dos governantes; a indignação dos cidadãos, reféns indefesos da audácia crescente da bandidagem; a urgência em garantir ambiente seguro aos altos investimentos necessários à Copa de 2014 e à Olimpíada de 2016; enfim, o consenso de que somente pela atuação conjunta e ordenada do aparato estatal, utilizando com eficiência todos os instrumentos disponíveis, seria possível fazer frente ao requinte organizacional que o crime alcançou.
Sim, passa da hora de reconhecer que as questões de segurança são de alcance nacional, não só por permearem diversos Estados da Federação, mas por serem de responsabilidade de todas as esferas políticas. A concentração dos índices de criminalidade em certos nichos não desonera a União de trabalhar diretamente, em ação integrada e com gestão compartilhada, na superação de um dos mais graves obstáculos ao desenvolvimento socioeconômico do País.
Não é tarefa fácil porque, além de ações muito bem planejadas e executadas por órgão com competência federal, requer a disponibilidade de recursos específicos para a contínua redução dos índices e efeitos da criminalidade, em montante que ultrapassa em muito a capacidade de endividamento da maioria dos Estados.
Aliás, esse amadurecimento político, distante das disputas partidárias, já vem sendo notado há anos em áreas cruciais como saúde e educação. A segurança, evidentemente, não pode ficar de fora desse pacto por ações definitivas em prol do bem comum. Já é chegada a hora de interpretar o dispositivo da Constituição federal que atribui competência à União para assegurar a defesa nacional - Art. 21 III - como uma intimação constitucional à sua maior atuação no combate à criminalidade organizada, que ameaça o Estado brasileiro e toda a sociedade. É preciso que a União assuma, de uma vez por todas, seu natural papel de liderança federativa, expurgando as improvisações que, nos casos ligados à violência, além de inadmissíveis, se mostram tão paliativas quanto improducentes.
Neste diapasão a Constituição de 1988 também impõe um dever às Forças Armadas, no momento em que, no seu artigo 142, estabelece que a elas poderão, por iniciativa dos poderes constitucionais, destinar-se à garantia da lei e da ordem. É preciso interpretar essa norma de forma construtiva e com efeitos concretos.
A complexidade da criminalidade organizada, seu aspecto transnacional e sua potencialidade lesiva - valendo-se da droga, das armas e da violência como produto - permite que esta questão de segurança pública se transforme num problema de segurança nacional.
Também a Polícia Federal deve liderar a organização de esforços, estruturas e informações essenciais à repressão e à prevenção da criminalidade, principalmente quanto aos delitos essenciais ao crime organizado, como o tráfico de armas e entorpecentes, além da lavagem de dinheiro.
Desta forma, a atuação da União, por meio das Forças Armadas e da Polícia Federal e em coordenação com a atividade dos Estados, representa uma necessidade e uma realidade. No âmbito da Justiça, a atuação integrada não é novidade. Cito o exemplo da parceria firmada, em fevereiro deste ano, entre o Ministério da Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para implementação da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), objetivando, entre outras medidas, a integração de bancos de dados, levantamento de informações sobre mandados de prisões, providências em relação aos presos em delegacias e acompanhamento de inquéritos e processos criminais.
No Judiciário, ações como os Mutirões Carcerários, o Começar de Novo e o Projeto Integrar são exemplos de iniciativas a envolver a atuação conjunta de órgãos de diversas esferas administrativas que têm produzido progressivos resultados na efetividade da prestação jurisdicional.
De modo algum uma acanhada interpretação do federalismo pode obscurecer ou restringir a responsabilidade da União de organizar o empenho das mais variadas estruturas administrativas na área da segurança pública. É fundamental que o Estado se aproprie de ferramentas tecnológicas no combate ao crime e que suas estruturas políticas possam compartilhar informações e soluções para avançarmos coordenadamente no combate ao crime.
Medidas simples que dependem dessa coordenação interinstitucional — como o banco de mandados de prisão, maior inteligência sobre o modus operandi das organizações criminosas e registros confiáveis sobre a população carcerária - são instrumentos indispensáveis à definição de política pública para a área de segurança.
Diante do êxito, cabe prosseguir com passos seguros e estratégias proativas, de maneira a garantir a vitória nas batalhas que se avizinham. Então é pensar em medidas normativas que promovam o devido suporte legal ao protagonismo da União, para que se viabilize o mais depressa possível a orquestração harmônica desse imprescindível concerto a várias mãos.
Fonte: Consultor Juridico/ Blog do Sargento Ricardo

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Campinas proíbe celular em agências bancárias

22 de dezembro de 2010 | 10h25 | Tweet este PostCategoria: Polícia

O prefeito de Campinas Hélio de Oliveira Santos (PDT) sancionou parcialmente o projeto de lei que proíbe o uso de celulares dentro das agências bancárias da cidade.

A medida, de autoria do vereador Luis Yabiku (PDT), quer evitar o crime da ‘saidinha de banco’, em que o assaltante que está dentro da agência fala com um comparsa por celular e passa informações sobre pessoas que saem com dinheiro.

Quem desrespeitar a medida poderá ter o celular apreendido e devolvido na saída do banco.

(Kívia Costa)

Fonte: Jornal da Tarde / blog do Sargento Ricardo