POSTADO ÀS 18:29 EM 23 DE Dezembro DE 2010
Agora que tem a carteira de servidores do Estado de Pernambuco, o Bradesco resolve lançar o primeiro consórcio para contemplar especialmente este público. Com os 218 mil trabalhadores pernambucanos, o banco chega ao número de 1,5 milhão de servidores que recebem pela instituição financeira no Brasil.O novo produto estará disponível a partir de segunda-feira (27) nas agências do Bradesco. A empresa promete taxa reduzida em relação ao mercado.O consórcio contempla três segmentos: automóveis leves (até R$ 70 mil), caminhões (de R$70 mil a R$150 mil) e imóveis (R$30 mil a R$ 300 mil).Para o segmento de automóveis leves, como são chamados aqueles que custam até R$ 70 mil, o prazo é de 72 meses, com taxa de 11.50 (0.16 ao mês / 1.92 ao ano).Para automóveis que custam entre R$ 70 mil e R$ 150 mil, o prazo é de 100 meses, com taxa de 14.5 (0.15 ao mês / 1.74 ao ano).O terceiro ramo inclui todo tipo de imóvel na faixa que varia de R$ 30 mil a R$ 300 mil. O prazo é de 144 meses, com taxa de 17.50 para o período (0,12 ao mês / 1.46 ao ano)."Para imóveis, o cliente pode usar o próprio FGTS e o do parceiro, inclusive para dar lance, amortizar parcela e liquidar contrato. Esperamos que esse produto tenha uma alavancagem muito grande porque tem um leque de valores amplo, não tem juros e é possível usar o FGTS. O cliente pode também somar cotas para veículos e imóveis", destaca o diretor de consórcios do Bradesco, Fernando Tenório.Até novembro deste ano, o Bradesco Consórcio, empresa mais jovem do banco, com 7 anos, faturou R$ 220 milhões em vendas em Pernambuco. Foram entregues dois mil veículos e 310 imóveis. Em 2011, a expectativa de crescimento é de 25% a 30% tanto no Estado, como no Brasil.
Fonte: Blog do Jamildo/ Blog do Sargento Ricardo
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Pacote dobra juro para compra de carro
Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.
Boa parte dos bancos que financiam carros novos já soltou as novas tabelas, que passaram a valer na segunda-feira. Mas, procurados pelo Estado, Banco Votorantim, Santander, Itaú Unibanco e Bradesco não deram informações sobre as novas condições de crédito. Também a Associação Nacional das Empresas de Montadoras (Anef) não quis se manifestar. A Anef relatou apenas que, em setembro, último dado disponível, 46% das vendas de veículos foram feitas por meio do Crédito Direto ao Consumidor (CDC). De acordo com concessionárias de veículos, antes do pacote, 60% dos financiamentos eram sem entrada.
Pesquisa da MSantos, agência de promoções e pesquisas automotivas, feita com 40 revendas de São Paulo, mostra que as taxas de juros para financiamentos sem entrada acima de 24 vezes variam desde segunda entre 1,6% 2,5% ao mês, dependendo do prazo. Até domingo, os juros oscilavam entre 1,3% e 1,4%, nos planos sem entrada.
Essa elevação de até um ponto porcentual no juros vai pesar no bolso do consumidor, diz o economista responsável pela pesquisa, Ayrton Fontes. Com as mudanças, a prestação de Celta 1.0, bicombustível, financiado em 60 meses, sem entrada sobe de R$ 610 para R$ 762. Ao fim de cinco anos, o comprador terá desembolsado R$ 9.120 a mais pelo carro, em razão da alta dos juros, calcula Roberto Sinicio, diretor de Vendas da Concessionária Palazzo, da GM.
Os juros aumentaram apenas nos planos sem entrada e as taxas ficaram praticamente inalteradas nos financiamentos com entrada. Nesse caso, a contrapartida para não subir as taxas é a exigência de uma parcela de 20% do valor do veículo nos planos em 36 meses, de 30% nos financiamentos em 48 vezes e de 40% nos de 60 meses. Nos financiamentos em 24 meses não há exigência de entrada e a taxa de juros foi mantida.
Eletrodomésticos
A freada do crédito deve ter impacto negativo também nas vendas de eletrodomésticos e eletrônicos, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros, organização que reúne as indústrias do setor.
Procuradas pela reportagem, as redes varejistas informaram, no entanto, que a mudança das regras não afeta as suas vendas porque os prazos do crediário já não eram longos. Mas no último fim de semana as consultas para as vendas à vista cresceram mais de 20% sobre o anterior, segundo dados preliminares da Associação Comercial de São Paulo, e superou o crediário.
Fonte: Agencia Estado
SÃO PAULO - Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.
Boa parte dos bancos que financiam carros novos já soltou as novas tabelas, que passaram a valer na segunda-feira. Mas, procurados pelo Estado, Banco Votorantim, Santander, Itaú Unibanco e Bradesco não deram informações sobre as novas condições de crédito. Também a Associação Nacional das Empresas de Montadoras (Anef) não quis se manifestar. A Anef relatou apenas que, em setembro, último dado disponível, 46% das vendas de veículos foram feitas por meio do Crédito Direto ao Consumidor (CDC). De acordo com concessionárias de veículos, antes do pacote, 60% dos financiamentos eram sem entrada.
Pesquisa da MSantos, agência de promoções e pesquisas automotivas, feita com 40 revendas de São Paulo, mostra que as taxas de juros para financiamentos sem entrada acima de 24 vezes variam desde segunda entre 1,6% 2,5% ao mês, dependendo do prazo. Até domingo, os juros oscilavam entre 1,3% e 1,4%, nos planos sem entrada.
Essa elevação de até um ponto porcentual no juros vai pesar no bolso do consumidor, diz o economista responsável pela pesquisa, Ayrton Fontes. Com as mudanças, a prestação de Celta 1.0, bicombustível, financiado em 60 meses, sem entrada sobe de R$ 610 para R$ 762. Ao fim de cinco anos, o comprador terá desembolsado R$ 9.120 a mais pelo carro, em razão da alta dos juros, calcula Roberto Sinicio, diretor de Vendas da Concessionária Palazzo, da GM.
Os juros aumentaram apenas nos planos sem entrada e as taxas ficaram praticamente inalteradas nos financiamentos com entrada. Nesse caso, a contrapartida para não subir as taxas é a exigência de uma parcela de 20% do valor do veículo nos planos em 36 meses, de 30% nos financiamentos em 48 vezes e de 40% nos de 60 meses. Nos financiamentos em 24 meses não há exigência de entrada e a taxa de juros foi mantida.
Eletrodomésticos
A freada do crédito deve ter impacto negativo também nas vendas de eletrodomésticos e eletrônicos, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros, organização que reúne as indústrias do setor.
Procuradas pela reportagem, as redes varejistas informaram, no entanto, que a mudança das regras não afeta as suas vendas porque os prazos do crediário já não eram longos. Mas no último fim de semana as consultas para as vendas à vista cresceram mais de 20% sobre o anterior, segundo dados preliminares da Associação Comercial de São Paulo, e superou o crediário.
Fonte: Agencia Estado
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Pacote dobra juro para compra de carro
Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.
Boa parte dos bancos que financiam carros novos já soltou as novas tabelas, que passaram a valer na segunda-feira. Mas, procurados pelo Estado, Banco Votorantim, Santander, Itaú Unibanco e Bradesco não deram informações sobre as novas condições de crédito. Também a Associação Nacional das Empresas de Montadoras (Anef) não quis se manifestar. A Anef relatou apenas que, em setembro, último dado disponível, 46% das vendas de veículos foram feitas por meio do Crédito Direto ao Consumidor (CDC). De acordo com concessionárias de veículos, antes do pacote, 60% dos financiamentos eram sem entrada.
Pesquisa da MSantos, agência de promoções e pesquisas automotivas, feita com 40 revendas de São Paulo, mostra que as taxas de juros para financiamentos sem entrada acima de 24 vezes variam desde segunda entre 1,6% 2,5% ao mês, dependendo do prazo. Até domingo, os juros oscilavam entre 1,3% e 1,4%, nos planos sem entrada.
Essa elevação de até um ponto porcentual no juros vai pesar no bolso do consumidor, diz o economista responsável pela pesquisa, Ayrton Fontes. Com as mudanças, a prestação de Celta 1.0, bicombustível, financiado em 60 meses, sem entrada sobe de R$ 610 para R$ 762. Ao fim de cinco anos, o comprador terá desembolsado R$ 9.120 a mais pelo carro, em razão da alta dos juros, calcula Roberto Sinicio, diretor de Vendas da Concessionária Palazzo, da GM.
Os juros aumentaram apenas nos planos sem entrada e as taxas ficaram praticamente inalteradas nos financiamentos com entrada. Nesse caso, a contrapartida para não subir as taxas é a exigência de uma parcela de 20% do valor do veículo nos planos em 36 meses, de 30% nos financiamentos em 48 vezes e de 40% nos de 60 meses. Nos financiamentos em 24 meses não há exigência de entrada e a taxa de juros foi mantida.
Eletrodomésticos
A freada do crédito deve ter impacto negativo também nas vendas de eletrodomésticos e eletrônicos, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros, organização que reúne as indústrias do setor.
Procuradas pela reportagem, as redes varejistas informaram, no entanto, que a mudança das regras não afeta as suas vendas porque os prazos do crediário já não eram longos. Mas no último fim de semana as consultas para as vendas à vista cresceram mais de 20% sobre o anterior, segundo dados preliminares da Associação Comercial de São Paulo, e superou o crediário.
Fonte: Agência Estado
SÃO PAULO - Quase dobraram as taxas de juros cobradas dos financiamentos de veículos nos planos sem entrada depois que o Banco Central (BC) baixou o pacote de arrocho do crédito na sexta-feira. O aumento dos encargos financeiros deve provocar queda de até 20% nas vendas de carros zero quilômetro e atingir principalmente o consumidor de baixa renda que, por falta de recursos, optava pelos planos longos e sem entrada.
Boa parte dos bancos que financiam carros novos já soltou as novas tabelas, que passaram a valer na segunda-feira. Mas, procurados pelo Estado, Banco Votorantim, Santander, Itaú Unibanco e Bradesco não deram informações sobre as novas condições de crédito. Também a Associação Nacional das Empresas de Montadoras (Anef) não quis se manifestar. A Anef relatou apenas que, em setembro, último dado disponível, 46% das vendas de veículos foram feitas por meio do Crédito Direto ao Consumidor (CDC). De acordo com concessionárias de veículos, antes do pacote, 60% dos financiamentos eram sem entrada.
Pesquisa da MSantos, agência de promoções e pesquisas automotivas, feita com 40 revendas de São Paulo, mostra que as taxas de juros para financiamentos sem entrada acima de 24 vezes variam desde segunda entre 1,6% 2,5% ao mês, dependendo do prazo. Até domingo, os juros oscilavam entre 1,3% e 1,4%, nos planos sem entrada.
Essa elevação de até um ponto porcentual no juros vai pesar no bolso do consumidor, diz o economista responsável pela pesquisa, Ayrton Fontes. Com as mudanças, a prestação de Celta 1.0, bicombustível, financiado em 60 meses, sem entrada sobe de R$ 610 para R$ 762. Ao fim de cinco anos, o comprador terá desembolsado R$ 9.120 a mais pelo carro, em razão da alta dos juros, calcula Roberto Sinicio, diretor de Vendas da Concessionária Palazzo, da GM.
Os juros aumentaram apenas nos planos sem entrada e as taxas ficaram praticamente inalteradas nos financiamentos com entrada. Nesse caso, a contrapartida para não subir as taxas é a exigência de uma parcela de 20% do valor do veículo nos planos em 36 meses, de 30% nos financiamentos em 48 vezes e de 40% nos de 60 meses. Nos financiamentos em 24 meses não há exigência de entrada e a taxa de juros foi mantida.
Eletrodomésticos
A freada do crédito deve ter impacto negativo também nas vendas de eletrodomésticos e eletrônicos, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros, organização que reúne as indústrias do setor.
Procuradas pela reportagem, as redes varejistas informaram, no entanto, que a mudança das regras não afeta as suas vendas porque os prazos do crediário já não eram longos. Mas no último fim de semana as consultas para as vendas à vista cresceram mais de 20% sobre o anterior, segundo dados preliminares da Associação Comercial de São Paulo, e superou o crediário.
Fonte: Agência Estado
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