Entidade ofereceu denúncia ao Ministério Público do Rio Grande do Sul contra estudante
Foto: Reprodução
A Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Pernambuco (OAB-PE) - ofereceu nesta segunda (12), ao Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul (MPF-RS), uma notícia-crime contra a suposta estudante Sophia Fernandes. A jovem (@SophiaOfDreams), no Twitter. teria postado, na última sexta-feira (9), mensagens de preconceito contra nordestinos. Ainda não existe a confirmação se o perfil é verdadeiro ou falso.
Entre as mensagens postadas no microbolog, estão algumas como: “o twitter ta virando vaso sanitário... muita merda twittando. (Oimacacos)-nordestinos-piauienses-cearenses"; “Sai do Twitter e vai cortar tua cana pra comprar teu arroz NORDESTINO”; “Tem que usar câmara de gás pra matar teu povo”; “O Nordestino é a própria sujeira”.
Apesar das denúncias, as imagens que estão sendo relacionadas ao nome Sophia Fernandes podem ser de uma garota chamada Eloise Guimarães. Ela se pronunciou em várias páginas do Facebook para afirmar que suas fotos foram roubadas e que os comentários não foram feitos por ela. A confirmação da autenticidade do perfil virá após investigações da polícia.
Os primeiros indícios testemunham contra a existência de Sophia. O perfil indica a Pontifícia Universidade Católica do RS (PUC-RS) como local de estudo. O nome da jovem, porém, não consta em nenhum listão de aprovados da faculdade. O endereço de residência também não existe.
Ainda no dia 9, vários hackers "roubaram" o perfil do Twitter e postam mensagens de protesto, como: "Este perfil foi owned por: @iPiratesGroup & @AntiSecBrTeam & @GrayHatBRGroup - Somos contra qualquer tipo de Preconceito".
Um grupo também foi criado no Facebook com o nome "Detestamos a Sophia Fernandes (@SophiaOfDreams)", onde várias pessoas falam e discutem sobre o assunto. Até o momento, mais de oito mil pessoas já "curtiram" a página.
OUTRO - Um caso parecido ocorreu com a estudante de direito Mayara Petruso, de São Paulo, que durante as últimas eleições para presidente postou na rede social "Nordestino não é gente, faça um favor a São Paulo, mate um nordestino afogado".
Na ocasião, a OAB-PE ofereceu notícia-crime no MPF-SP, que denunciou a jovem pela prática do crime de racismo. Atualmente, Mayara Petruso responde a uma ação penal pública na Justiça Federal do Estado de São Paulo. A ação está em fase de análise.
Entre as mensagens postadas no microbolog, estão algumas como: “o twitter ta virando vaso sanitário... muita merda twittando. (Oimacacos)-nordestinos-piauienses-cearenses"; “Sai do Twitter e vai cortar tua cana pra comprar teu arroz NORDESTINO”; “Tem que usar câmara de gás pra matar teu povo”; “O Nordestino é a própria sujeira”.
Apesar das denúncias, as imagens que estão sendo relacionadas ao nome Sophia Fernandes podem ser de uma garota chamada Eloise Guimarães. Ela se pronunciou em várias páginas do Facebook para afirmar que suas fotos foram roubadas e que os comentários não foram feitos por ela. A confirmação da autenticidade do perfil virá após investigações da polícia.
Os primeiros indícios testemunham contra a existência de Sophia. O perfil indica a Pontifícia Universidade Católica do RS (PUC-RS) como local de estudo. O nome da jovem, porém, não consta em nenhum listão de aprovados da faculdade. O endereço de residência também não existe.
Ainda no dia 9, vários hackers "roubaram" o perfil do Twitter e postam mensagens de protesto, como: "Este perfil foi owned por: @iPiratesGroup & @AntiSecBrTeam & @GrayHatBRGroup - Somos contra qualquer tipo de Preconceito".
Um grupo também foi criado no Facebook com o nome "Detestamos a Sophia Fernandes (@SophiaOfDreams)", onde várias pessoas falam e discutem sobre o assunto. Até o momento, mais de oito mil pessoas já "curtiram" a página.
OUTRO - Um caso parecido ocorreu com a estudante de direito Mayara Petruso, de São Paulo, que durante as últimas eleições para presidente postou na rede social "Nordestino não é gente, faça um favor a São Paulo, mate um nordestino afogado".
Na ocasião, a OAB-PE ofereceu notícia-crime no MPF-SP, que denunciou a jovem pela prática do crime de racismo. Atualmente, Mayara Petruso responde a uma ação penal pública na Justiça Federal do Estado de São Paulo. A ação está em fase de análise.

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