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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Acabou sem acordos a reunião entre Governo do Estado e Militares na tarde de hoje (30) na OAB-MA.João Alberto, representante do Executivo na negociação, disse que não vai mais negociar o acordo com representantes de fora do Maranhão, pois "eles não conhecem a realidade do nosso Estado".

Os militares devem analisar e discutir as propostas com a categoria ainda na noite de hoje (30) e posteriormente deverão realizar uma nova reunião com o governo na sexta-feira, às 14h para tentar por fim à paralisação. Fonte: O Imparcial (Glaucione Pedrozo)

Negociações entre militares e governo do Maranhão se iniciam

Enfim, as negociações entre policiais militares, bombeiros e Governo do Maranhão avançaram. Mas para isso precisaram entrar no circuito o Secretário Estadual de Projetos Especiais, João Alberto, o presidente da OAB-MA, Mário Macieira e o presidente da Assembleia, Arnaldo Melo, além dos dirigentes da paralisação.

"O dialogo enfim ocorreu", disse o diretor de articulação política dos militares, cabo Roberto Campos. A reunião durou cerca de quatro horas. Terminou próximo de 21h. Hoje, às 15h, haverá mais uma reunião para, enfim, buscar o fim do impasse.

No diálogo, o governo cedeu. João Alberto prometeu não cortar os pontos dos militares parados e nem outro tipo de retaliação, como transferências ou punições disciplinares. O reajuste salarial, principal exigência dos militares, ainda continua refém do entrave. O que deve ser aprofundado hoje.

Ao final do encontro, Mário Macieira fez mistério sobre o restante das reivindicações. "A conversa foi boa e proveitosa. Não podemos revelar ainda quais reivindicações foram atendidas".

Confira abaixo as principais reivindicações dos militares.

-Reposição das perdas salariais de 2009 a 2001; 30% a mais TR(inflação acumulada do ano anterior) em cada ano, de 2012 a 2015, previsto no PPA(Plano Plurianual);

- Definição da jornada de trabalho em 44 horas semanais com adicional noturno e pagamento de hora extra;

- Anistia de todos que participaram do movimento grevista;

- Criação de uma comissão permanente de negociação, com participação de todas as entidades militares.
http://sargentoricardo.blogspot.com             

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