Ulisses de Oliveira
Agência BOM DIA
Representantes da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado) organizaram manifestação em frente à sede da SSP (Secretaria de Segurança Pública), nesta quarta (20), na Capital.
A categoria foi cobrar da cúpula da Polícia Civil e do secretário Antonio Ferreira Pinto explicação sobre disparidade de salários do oficialato da Polícia Militar comparado aos delegados, conforme protestam.
A associação afirma que teve acesso a holerites de oficiais da PM onde a RETP (Regime Especial de Trabalho Policial), que é uma gratificação pelo compromisso de estarem disponíveis 24 horas por dia a ambas as corporações, foi calculada de forma diferente nos últimos anos quando comparada à Polícia Civil.
Segundo a Adpesp, os policiais civis recebem a gratificação através da aplicação de 100% sobre o valor do salário base. Já os militares estariam fazendo somatória do salário base mais quatro itens de benefício para depois então aplicar o percentual de 100% e, assim, atingir o valor da gratificação.
“Questionamos o valor da legalidade dessa disparidade, já que a legislação para remuneração é igual para as duas polícias”, afirma Marilda Pansonato Pinheiro, atual presidente da Adpesp.
“Queremos saber quem está certo: a PM, que faz sua própria folha de pagamento, ou a Secretaria da Fazenda, que faz a folha da Civil”, questiona.
Marilda já foi delegada da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Bauru.
“Sempre que pleiteamos aumento salarial, já que somos o último lugar dentre todos os estados da nação, o governo tem dado como resposta que existe um atrelamento político entre os salários da Polícia Civil e Militar. A notícia desse diferença foi como um tapa em nossa cara.”
A assessoria de imprensa da SSP desconhece tal discrepância e informa que já pediu para que as três polícias paulistas (PM, PC e Técnico Científica) se manifestem formalmente à secretaria com documentos de aplicação da lei que rege salários.
“A orientação é que as remunerações sejam feitas de uma só forma, onde o REPT seja aplicado pelo valor do salário base mais vantagens incorporadas”, informou a assessoria de imprensa ao BOM DIA.
Agência BOM DIA
Representantes da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado) organizaram manifestação em frente à sede da SSP (Secretaria de Segurança Pública), nesta quarta (20), na Capital.
A categoria foi cobrar da cúpula da Polícia Civil e do secretário Antonio Ferreira Pinto explicação sobre disparidade de salários do oficialato da Polícia Militar comparado aos delegados, conforme protestam.
A associação afirma que teve acesso a holerites de oficiais da PM onde a RETP (Regime Especial de Trabalho Policial), que é uma gratificação pelo compromisso de estarem disponíveis 24 horas por dia a ambas as corporações, foi calculada de forma diferente nos últimos anos quando comparada à Polícia Civil.
Segundo a Adpesp, os policiais civis recebem a gratificação através da aplicação de 100% sobre o valor do salário base. Já os militares estariam fazendo somatória do salário base mais quatro itens de benefício para depois então aplicar o percentual de 100% e, assim, atingir o valor da gratificação.
“Questionamos o valor da legalidade dessa disparidade, já que a legislação para remuneração é igual para as duas polícias”, afirma Marilda Pansonato Pinheiro, atual presidente da Adpesp.
“Queremos saber quem está certo: a PM, que faz sua própria folha de pagamento, ou a Secretaria da Fazenda, que faz a folha da Civil”, questiona.
Marilda já foi delegada da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Bauru.
“Sempre que pleiteamos aumento salarial, já que somos o último lugar dentre todos os estados da nação, o governo tem dado como resposta que existe um atrelamento político entre os salários da Polícia Civil e Militar. A notícia desse diferença foi como um tapa em nossa cara.”
A assessoria de imprensa da SSP desconhece tal discrepância e informa que já pediu para que as três polícias paulistas (PM, PC e Técnico Científica) se manifestem formalmente à secretaria com documentos de aplicação da lei que rege salários.
“A orientação é que as remunerações sejam feitas de uma só forma, onde o REPT seja aplicado pelo valor do salário base mais vantagens incorporadas”, informou a assessoria de imprensa ao BOM DIA.
Fonte: http://www.totvs.com/home
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