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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

NÚMERO DE MORTES DE PMs EM UPPs É MAIOR QUE EM OUTRAS ÁREAS DO RIO

Especialistas defendem ajustes no projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), como mostrou reportagem exibida no RJTV nesta segunda-feira (10). Este ano, cinco policiais militares que atuavam no projeto de pacificação morreram em áreas de ocupação. O número é maior do que o de PMs assassinados em todo o restante da cidade. Segundo o Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP), sete policiais militares morreram em serviço de janeiro a setembro de 2012 na capital fluminense. Quatro deles estavam em áreas ocupadas. O cabo Fábio Barbosa, que morreu após ser baleado no Conjunto de Favelas do Alemão na semana passada, ainda não foi contabilizado pelo ISP. Quase todos os crimes contra policiais aconteceram à noite em becos ou vielas das comunidades. “Houve uma mudança do perfil do traficante local. Ele não está mais tomando conta de áreas, com fuzis de assalto, ele usa agora armas de porte, como pistola e revólveres. Então mudou o perfil, está muito mais pulverizado e menos violento. Mas ainda se encontram no local”, afirma o antropólogo e ex-policial do Bope Paulo Storani.
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